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domingo, 13 de março de 2011
Oito Ponto Nove
Um abalo sem precedentes na história da humanidade. Assim podemos descrever o abalo sismológico que ocorreu na última sexta-feira à tarde (madrugada no Brasil) no Japão, seguido de um fortíssimo tsunami. O abalo levou medo a mais de 50 países banhados pelo Oceano Pacífico e, até o momento, registrou mais de 1200 mortos e mais de 10000 desaparecidos. O evento, desencadeado por um abalo próximo à superfície da crosta terrestre (24 km) teve repercussão mundial devido à gravidade e à intensidade com que as ondas invadiram as cidades costeiras do nordeste do Japão. Ondas de mais de 10 metros sugaram tudo o que viam no caminho. Carros pareciam brinquedos. Casas eram derrubadas como se fossem de papel e embarcações inteiras foram levadas quilômetros dentro do país. Não bastasse o corte de energia, as péssimas condições de alimentação e higiene de um país considerado símbolo do desenvolvimento e da tecnologia, o governo oriental declarou estado de emergência nuclear em sua usina de Fukushima, a qual explodiu recentemente por não suportar uma tentativa de resfriamento forçada em seu interior. Treze pessoas poram internadas com suspeitas de radiação nuclear e irão realizar tratamento intensivo com iodo para dissolver os metais pesados da reação atômica. Sony, Hyundai e outras empresas pararam as linhas de produção de várias plantas. A lama e a água suja invadiram mais de cinco quilômetros continente dentro, causando prejuízos ainda desconhecidos. Pontos, estradas e aeroportos ficaram submersos. Trens e metrôs foram suspensos ou arrastados palas águas. Não bastasse o tsunami, bem mais feroz do que o de alguns anos na Indonésia, o mesmo fora obra de algo mais sério. Um tremos de 8,9 na escala Richter, mais intens do que o de 300 bombas de Hiroshima. Passado o tremos principal, o solo japonês sacudiu mais de trinta vezes em tremores que varavam de 6,0 a 7,2 na escala Richter (NOTA: tremores à partir de 6,0 derrubam casas facilmente). Houve até a formação de um rodamoinho perto de Tokyo e dois barcos, num total de 1800 pessoas, estão desaparecidos. O evento foi sentido também no Brasil, que registrou em seus núcleos sismológicos ondas de intensidade forte. As ondas do tsunami chegaram calmas à costa do Havai e do Chile, mas na costa americana o estrago também foi sentido. Após passar por quase todo o Pacífico, o evento chegou aos portos e cais de Los Angeles arrastando navios e embarcações pequenas. Não houve feridos fora do Japão. Em breve fotografias do tsunami que abalou o mundo e deixou a maior potência tecnológica atual em estado de calamidade pública.
sexta-feira, 4 de março de 2011
Archubi no Juventude? Melou!
Em 15 de fevereiro de 2011 o jogador Rodrigo Archubi (então ex-River Plate e Olympiakos) foi visto treinando entre os titulares do Juventude. Dois dias depois a direção anunciou o reforço do ano, após exames médicos confirmarem a qualificação técnica do produto em questão. Um meia argentino com futuro promissor que jogara ao lado de Lionel Messi em 2005 e fora campeão mundial de futebol em seleção de base. Alguns dias atrás, no entanto, o jogador viajou para o argentina a fim de cobrar uma pendência financeira com o River Plate no valor de US$800 mil. O clube argentino negou em primeiras conversas e o jogador teria aceito 15 cheques de US$10 mil, reduzindo assim US$650 mil. Ainda assim, o clube argentino negou e, por efeito dominó, o jogador seguirá no clube até junho, quando acabará seu contrato. O Juventude terá prioridade em contratação, afinal o jogador e o clube gostaram um do outro. Entretanto, virá apenas para a Série D, se vier...
Agora, em comunidades pela internet, há pessoas comentando a burrice da diretoria alviverde em anunciar tal meia sendo que este jamais assinara nada concreto (apenas um pré-contrato). Outros, porém, entendem o lado do jogador e depositam a culpa sobre o presidente do River Plate. Pessoalmente? A direção do Juventude omitiu o fato de o jogador ainda estar em pendência financeira com o clube anterior (negligência por parte alviverde), o que gerou muitas espectativas entre os torcedores e colaboradores do clube caxiense. Em contra partida, o River Plate teria dito por escrito que iria liberar o jogador para testes no Jaconi, o que foi acertado. Entretanto, sendo Archubi considerado apto para as atividades, o clube argentino deveria ter aceitado dispensá-lo e lhe pagar as contas em dia. De quem, então, é a culpa? DE AMBOS! A direção alviverde anunciou um jogador que ainda estava em dívida financeira com seu ex-clube (agora atual clube), o que poderia melar o acordo. Em outra linha, o River Plate, da mesma forma como qualquer outro clube, deveria assumir uma posição administrativa elegante e efetuar de forma ágil e sem atrasos seus débitos com fornecedores e credores, entre os quais aparece Rodrigo Archubi.























