Estava eu agora há pouco conversando com minha amiga Sussa, natural de SC, e começamos a conversar sobre sentimentos. Conheço-a há mais de três anos e, apesar de tudo, nosso bem estruturado relacionamento concentra-se através do Orkut e do MSN, apesar de também possuírmos Twitter. Moça de 17 anos, singela rainha deste Brasil, não me enoja por eu apreciar pés femininos. Ao contrário, parece gostar deste meu lado fetichista e, talvez, acredito que goste também de mim.
Ao colocar para ela que, ainda que eu seje um homem bobo, eu possa reconheçer os sentimentos de uma mulher, começamos um bate-papo sobre o assunto. E me questionei quão bem eu conhecia sobre sentimentos femininos, afinal, pensava eu, uma mulher é a união de mil temperos, centenas deles exóticos e de difícil acesso. Porém, todavia, reconheço que os sentimentos são partículas extremamente sensíveis e complexas demais, abrangendo todo o corpo humano e permutando-se em ódio, amor, alegria, tristeza, razão, emoção, felicidade...
É algo que não podemos imaginar ou compreender em sua total forma, afinal, tal como um beijo apaixonado, o cinema não oferece a exatidão do beijo e do sentimento ao público. Há um mero tocar em lábios, mas categoricamente robotizado, inadimplente em emoção e puramente baseado na razão. É algo a compreender e a estudar, afinal, todos os humanos possuem o sentimento dentro de si, e Sussa o possue de forma tão intensa quanto a beleza que traduz pétalas de rosas os vossos lábios e os seus olhos, que tais como a brisa marinha ao entardecer, envolvem-me por completo num sentimento único de prazer.



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