Sinto saudades dos colegas de escola, das brincadeiras de peão, dos desenhos animados, de quando em quando comprávamos doces e vinham junto tazos, das figurinhas dos jogadores, das meninas que olhávamos escondidos, das risadas sem valor, das importâncias que nós - antigas crianças - relegavamos a coisas tão simples e tão maravilhosas. Pode ser bobagem minha, sei que crescer faz parte da humanidade e quando crianças nosso sonho maior era evoluir, poder entrar em festas, beijar na boca e outras coisas que somente os adultos podiam fazer. Entretanto, sentir-se só às vezes e repousar a cabeça na grama úmida, ouvir os pássaros ao longe sem preocupação e relembrar tempos passados, sonhos esquecidos que jamais iriam tornar-se realidade... rever os olhos das meninas, os apertos de mão dos colegas... é algo que nos fortalece e que nos empurra adiante, para que crescamos adultos legais como éramos quando crianças. Todos crescem, e esta é uma das poucas certezas que possuo quanto ao futuro da humanidade. Irei terminar meu post rapidamente antes que eu padeça ante aos amores de épocas passadas. Uma fotografia não clássica, embora bastante rara será mais do que o suficiente para retratar como crescemos rapidamente e, quando olhamos para trás, percebemos o quão velozmente deixamos nossa brincadeira de bola, nossos aros de dança, nossos tênis de luz colorida, nossa imaginação tão crente num mundo alegre sem guerras ou desavenças. O experiente Senna conversa sereno com o ainda jovem Schumacher. Dá para acreditar?




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